Nada de borboletas

Quando me sinto em ti,

Enquanto gememos e suspiramos

na cama, na banheira, em delyrios,

Fico embriagado, ébrio de desejo,

paixão, amor, euforia.

Vem-me aquele frio na barriga,

nada de borboletas…não,

porque delas não gosta.

Sinto a lua cheia me invadir,

uma alcateia uiva em cortejo a ti.

Abro os olhos, sinto teu cheiro,

beijo tua nuca, aperto tuas coxas,

beijo a boca, te olho nos olhos.

E me afogo nessa imensidão,

que se não se chamasse paixão,

teria teu nome.

assinatura buko
Carrinho de compras
Rolar para cima